segunda-feira, 17 de março de 2008

A fronteira entre o dois na mão e o um voando

Disseram por aí um dia : "Quanto maior a altura, maior a queda". A mim me pareceu tão verdade que complementei : Quem tudo pode sonhar, tudo pode perder. A grandiosidade do seu sonho é análoga à queda da decepção.


...


Notei que um número maior de pessoas têm tido o infortúnio de ler meus escritos - honestamente espero que consigam captar a essência destes, cuja intencionalidade não se faz perceptível senão sob a luz da minha ironia contraditória sempre presente. Assim, em atenciosa leitura, percebem como fui acometido por um sentimento de incongruência, uma hipocondria à La mal do século.

Eu resolvi arriscar. Desliguei-me de tudo que me elevava, renunciei à companhia de meus companheiros, deixei os velhos e sai mundo a fora a fim de buscar novos inimigos. Era preciso viver novamente. Apertei o botão vermelho do reset e resolvi jogar a vida em outras bandas. No horizonte havia um pássaro que voava.

E foi na imensidão desse horizonte que me perdi. Achei - me.

3 comentários:

Jorge disse...

rapaz, esse cara sabe do que tá falando, ou escrendo(no caso)
mt bons os textos!
abrcs

Solitude disse...

um estilo novo
paulo cesar vai mudar a literatura brasileira.
eu disse primeiro!

Luiz Fernando do Rosário Linhares disse...

Cara não jogue fora esses escritos, como pó ao vento, você pode está escrevendo as melhores coisas da tua vida.