quarta-feira, 20 de maio de 2009

Literato

Ai, ai,

que agonia que me dá
se meu texto é feio,
que não há pensar.

Eu trago num bolso furado
um tantão de poesia rasgada
em confetes.

Não transborda, como Jéssica,
Não desengarrafa, como Espeto,
Nem nada pretende Salvar.
Nem aqui, nem lá.

Quem sabe um dia me baste.
Antes se espalhe pelo chão,
durante o meu caminhar.

Não entendo do mundo,
não sei aprofundar,
limito-me, dizem,
muito a resmungar.

Ai, ai,
que agonia que me dá
se meu texto é feio,
que não há pensar.

7 comentários:

Letícia Queiroz de Figueiredo disse...

Feio é tu..
teus textos são bonitos..
ishashiaihshai
tu tbm é bunitheeeenhu!
ahsuiahsu
paulão..obrigada pelo incentivo la no blog ^^
bjaaao..saudades das nossas conversas doidas =p
=**

Rômulo Pacheco disse...

tu é foda hehehe

Priscilla disse...

Ai ai, que agonia!
Saudade de ti *.*

404 Not Found disse...

ai ai que agonia que me dá
o paulo escreve bem pra lá de bagdá

Angela disse...

se nada pretendia salvar, salvou sem querer, amigo.

Jéssica Mendes disse...

Tô saindo correndo aqui e gritando 'manhêêê, fui imortalizada no texto do cara de 2 metros e 2 de pura intelectualidade' *-*

Volto depois que me recuperar *-*

Thiago disse...

Paulão,

Alguma dica para quem não consegue escrever pesias que não sejam românticas ou melancólicas? Sofro desse mal...

O poema tá ótimo!