domingo, 13 de janeiro de 2008

Aborto

Passados alguns dias - leia-se muitos - desde minha primeira aventura literária, cá estou eu novamente. É bem verdade, frustrado por (AINDA) não ter "dado asas à minha suprimida filosofia, resgatado toda a minha veia poética" e conquistado meu tão sonhado status de blogueiro intelectual.
Os conhecidos sabem como é difícil fazer uma rápida dissociação entre a minha figura e a música, e é nela, não na minha figura, e sim na música, que eu venho pedir arrego nessa segunda postagem. Eu, que detesto ter de concordar com qualquer crítico musical, só e somente desta vez, pego carona no mais clichê dos comentários, naquele de que o pesadelo de qualquer um que se atreva a fazer música é o segundo cd. Sem dúvidas, o pesadelo de qualquer blogueiro é a segunda postagem.
Um escrito mal esboçado, não meio, mas muito sem quê e pra quem, mal consegue ser espontâneo, quanto mais original, intelectual e outras boas rimas com "al". Uma banda abortada.
Se essa postagem fosse alvo de uma resenha desses críticos, no mínimo eu passaria de nova salvação do rock a NX Zero.
Desculpem, por hoje é só.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Apresentação

Bem, ouvi dizer por aí que novamente deram vida aos falecidos blogs. Sim, aqueles blogs que no passado se resumiram a diarinhos virtuais de futuros emocinhos, agora ressuscitados, retornaram com uma vestimenta mais séria.
Assim, eu, saudável vagabundo no gozo das férias, completamente imerso em meu improdutivo e "incriativo" ócio - termo genialmente deduzido pelo não tão grande Dinho Linharez - resolvi então dar-me uma chance: cumprindo uma dessas promessas que a gente faz todo fim de ano, despi-me de qualquer preconceito e li uns blogs internet a dentro a fim de constatar o que havia ouvido falar sobre. Oh, quanta filosofia, quanta poesia! Quem diria, a intelectualidade virou moda!
Aproveitando a frase do grande estilista Alexandre Herchcovitch - "A moda é o cérebro por fora" - pensei então que criando um blog eu estaria externando todo o meu pontencial intelectual,dando asas à minha suprimida filosofia, resgatando toda a minha veia poética - que desde o nascimento foi sequestrada- e matando o tal ócio que me importuna.
Obrigado por me desejarem boa sorte.