sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Eu assim,
fora do tom.
Mi sem Sol,
Só em mim.
Eu assim,
diminuto.
Sol em Mim,
sem Dó.
Eu assim...
Si, Lá, Dó.
Sei lá,
cilada!
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Que lugar-comum!
Condenar o travestir,
no moderno vestir,
dos nossos jovens
burgueses.
Se não existe o belo aqui,
no macacódromo tropical,
não há de se ver desgraça ou chorar mal.
Afinal, sente-se cheiro de London nos bolsos
dos nossos jovens
burgueses.
Que lugar-comum!
Será que despender sem pudor,
na inconsciente esperança de agregar algum valor,
ratifica seu estigma de frívolos jovens
burgueses?!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Misturado a algumas doses
de garrafas já vazias,
Sinto-me,então, pleno, oceânico.
Contraponho-me ao poeta.
Derramo meu riso,
sorrio meu pranto!
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Domingo-manhã
chamo o indiferente
que reluz oblíquo em meus tênis baratos.
Adentra pela janela,
sem boas maneiras,
sem a suntuosidade de quem é rei.
Brilha para todos, dizem.
Como se rindo,
arde-me a fronte,
irradia em meus pensamentos.
Epifenomenalmente,
me queima a pele.
Imoralmente,
Desnatura o peito.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Hoje sei bem porque o álcool combina tanto com a vida. Passamos constantemente por estados de embriaguez - depois da euforia, logo vem a depressão.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Acusas meu id ácido, corrosivo.
Teu tom adstringente
opõe-se a meu mundo,
livre da tua falsa moral.
No fundo, toda profundidade é rasa, bem sei.
Por trás de tua bela oratória,
podes até não ser ácido,
como me dizes...
Mas no caráter de teu discurso,
que químico não te diria uma base,
família 1A?
(ao superego)
